Do clique no anúncio ao pós-venda, identificamos os gargalos, organizamos os processos e implementamos IA para devolver o controle da operação às suas mãos.
Para empresários e equipes que já têm uma operação rodando.
Você investe em anúncios, contrata, treina e cobra. Mas, quando precisa de um número, a resposta está espalhada em vários lugares.
Várias ferramentas. Nenhuma responde.
Você recebe a versão de cada área, mas ninguém te mostra a operação inteira. Por isso a gente começa pela operação, não pela ferramenta:
Aí a decisão vira chute. Acha que é o marketing, grava mais criativo. Acha que é o tráfego, põe mais verba. Acha que é o vendedor, troca o time. E às vezes troca o time errado.
Agora imagina ter a gestão do seu negócio na palma da mão.
Exemplos de aplicações. As respostas e ações dependem dos processos, dados e canais conectados no seu projeto.
O Eduardo, fundador da maior rede de cafeterias do Brasil, já tinha perdido milhões com CRM e BI. Chegou a trocar o time de vendas inteiro com base em dados que depois se mostraram errados.
Com a operação conectada, a IA passou a mostrar o que cada vendedor fazia de verdade. Ficou claro quem entregava e quem só parecia entregar.
Em 2 meses rodando, o time de vendas ficou 60% menor, só com os melhores, e a conversão dobrou. Uma campanha que levava 11 dias pra ser validada, ele validou em 12 horas.
Resultados relatados pelo cliente. Não representam garantia de resultado.
Um lugar só, feito pro seu processo, que acompanha cada cliente do clique no anúncio ao pós-venda. As interações alimentam o histórico sozinhas, reduzindo o trabalho manual.
Cada clique, conversa, ligação, venda e pagamento registrado num lugar só, na hora. Números ilustrativos.
E a IA trabalhando em cima dele:
Conteúdo com consistência e anúncios que param de desperdiçar dinheiro.
Contatos esquecidos recuperados e o vendedor sabendo quem abordar e o que dizer.
A jornada acompanhada e aviso de quem precisa de atenção.
Resultados consultados e a operação acionada pelo WhatsApp.
Prefere começar menor? Dá pra começar por uma parte.
Um agente de SDR, o atendimento ou o conteúdo, por exemplo. E crescer a partir daí.
Me conta como sua operação funcionaEsse é o organograma da IA na Prática: cada área tem uma pessoa ou um agente liderando e um time de agentes de IA executando. É assim que a gente usa IA aqui.
Na sua empresa, a gente começa pelo gargalo que faz mais sentido resolver.
Quero montar o meu time com IAQual dos dois, a gente decide junto na conversa, olhando pro seu cenário.
A gente desenha a jornada do seu cliente e acha onde tá perdendo venda, tempo e dinheiro.
Cada etapa com dono e prioridade. Processo bagunçado com IA só fica bagunçado mais rápido.
Aí sim a gente conecta os dados e coloca agentes e automações pra rodar no dia a dia.
A gente acompanha os números e ajusta o que não tá funcionando.
“Parece bom. Mas será que meu time consegue aplicar?”
A gente não te deixa sozinho nessa. Tem grupo de suporte, call diária e acompanhamento individual. O que entra no seu caso a gente define junto, conforme a necessidade e o que for contratado.
Crio e vendo software desde 2004. Trabalhei anos com SAP em grandes empresas. Criei startups, vendi algumas e quebrei outras.
Também toquei marketing, vendas e pós-venda no dia a dia: contratar, treinar, cobrar metas e corrigir processos.
A IA entrou para resolver problemas que eu já vivia.
Quando outros empresários começaram a pedir ajuda para aplicar o que viam funcionando, nasceu a IA na Prática.
Frank Costa · IA na Prática
Quero aplicar IA na minha operaçãoVamos entender como sua empresa funciona hoje, identificar os principais gargalos e avaliar por onde começar.
Se você já tem marketing, vendas e atendimento rodando, provavelmente sim. O setor importa menos que o problema que você quer resolver.
Porque o problema quase nunca foi a ferramenta. Foi depender de alguém preencher. A gente começa pelo processo e puxa a informação direto da fonte: conversa, ligação, anúncio, pagamento. Ninguém precisa digitar nada pra você saber o que aconteceu.
Não. Você não precisa chegar com nada pronto. A gente precisa entender seu negócio e quem do time vai participar. O resto a gente avalia junto na conversa.
Não. Vai muito além de conversar com uma IA. É organizar processo, conectar informação e colocar agentes e automações pra trabalhar na sua operação.
Não necessariamente. A gente vê o que vale manter, integrar ou trocar. Ninguém troca ferramenta só por trocar.
Só se você quiser. O nível de autonomia é definido em cada processo: ela analisa, sugere e executa só o que você liberar. O que precisa da sua aprovação continua passando por você.
Depende de onde você tá e do que quer resolver primeiro. A proposta mostra as etapas, quem do time participa, o acompanhamento e todos os custos, inclusive de plataformas. O resultado a gente acompanha por indicador. E não existe ganho igual pra toda empresa.